
"E
agora que despi a minha musa saudosa dos véus do mistério do meu amor e da
minha solidão, agora que ela vai seminua e tímida, por
entre vós, derramar em vossas almas os últimos perfumes de seu coração, ó meus
amigos, recebei-a no peito e amai-a como o consolo, que foi, de uma alma
esperançosa, que depunha fé na poesia e no amor - esses dois raios luminosos do
coração de Deus."
Álvares
de Azevedo